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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Brasil tem candidatos para eleição na Itália; voto é recebido até esta quinta.


Cerca de 250 mil pessoas no Brasil podem votar para eleição parlamentar.Conheça candidatos que querem representar a América Latina na Itália.




Em meio às incertezas que envolvem a renúncia e a sucessão do Papa Bento XVI, a Itália, país que abriga o Vaticano, vai às urnas no próximo domingo (24) e segunda-feira (25) para escolher seus deputados e senadores, que irão formar o próximo Parlamento Italiano e apontar o novo primeiro-ministro do país. Algumas centenas de milhares de brasileiros e italianos no Brasil têm um papel importante na eleição – eles podem votar e escolher senadores e deputados que os representarão em Roma.

Diferentemente de outros países, os cidadãos italianos que vivem fora da Itália não votam em candidatos representantes das regiões italianas – e sim em pessoas que irão representar os expatriados no Parlamento do país europeu. Desde 2006, os italianos no exterior têm direito a 12 deputados e seis senadores no Parlamento.Cada continente possui algumas vagas.

Na América Latina, serão eleitos quatro deputados e dois senadores, maior número depois do reservado para a Europa. Os habilitados a votar já receberam suas cédulas em casa e devem enviá-las de volta aos consulados, que receberão os votos até esta quinta-feira (21).
Nesse contexto, há italianos que vivem no Brasil e até brasileiros que são candidatos a representar a América Latina como parlamentares em Roma. “É exatamente a mesma posição do deputado e senador eleito na Itália. Temos os mesmos deveres, votamos em tudo, opinamos nos assuntos italianos, no orçamento do país”, explica Edoardo Pollastri, que já representou o Brasil como senador na Itália entre 2006 e 2008, e tenta agora voltar ao Parlamento pela Unione Sudamericana Emigrati Italiani (Usei). “Mas temos também que dar atenção aos problemas da comunidade italiana no exterior e convencer os outros senadores a tomar medidas em favor dos italianos que moram fora.”
Pollastri, de 80 anos, foi eleito em 2006 e fez um governo de apoio à centro-esquerda italiana. Seu mandato deveria ter durado quatro anos, mas houve a antecipação das eleições para 2008, e ele não conseguiu ser reeleito. Agora mudou de estratégia – se aliou a Usei, uma lista cívica de candidatos da América Latina, e espera votos não apenas dentro do Brasil para conseguir se eleger.
Fonte - G1
Neto do PT

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